Olá! Somos professores da rede estadual de ensino de São Paulo e participamos de um grupo de estudo oferecido pela EFAP - Escola de Formação e Aperfeiçoamento de Professores, intitulado Melhor Gestão, Melhor Ensino e uma das tarefas deste curso é a construção de um blog, e aqui postaremos atividades referente ao mesmo, com planos de aula, desafios, indicações de leitura, atividades, enfim, é um trabalho muito rico , contamos com sua participação, poste seus comentários, participe conosco.
sexta-feira, 28 de junho de 2013
PLANO DE AULA
NÚMEROS DECIMAIS
Docente: Sônia Fernandes Costa Spolador.
Conteúdo: Números decimais.
Turma: 5º Série / 6° Ano.
Tempo pedagógico previsto: 03 aulas.
Tema: O Soroban e os números decimais.
Competência e habilidade:
• Desenvolver habilidades voltadas para a utilização de números decimais no contexto do dia a dia do aluno
• Compreender a estrutura do sistema de numeração decimal e representação dos submúltiplos da unidade;
• Ler, escrever e operar números decimais;
• Reconhecer no contexto diário;
• Representar números decimais no ábaco.
•
Estratégia:
• Leitura do texto: “Soroban, o ábaco japonês” proposto no caderno do professor e do aluno, da 5ºSérie /6ºAno – volume 2 – situação de aprendizagem 1.
• Construção e uso de um ábaco (soroban) para representar número na forma decimal.
Objetivo:
• Reforçar o conceito de números decimais;
• Representar, através do material concreto, números decimais;
• Reconhecer e aplicar o aprendizado no seu cotidiano;
• Interpretar a partir de um livro as suas aplicações no cotidiano.
Justificativa:
• Abordar o ensino de números decimais através de uma proposta metodológica que facilite a compreensão e que possam assimilar de forma concreta, pratica e somente depois na teoria.
Materiais:
• Caixa de papelão;
• Canudos de plástico;
• Palito de churrasco ou barbante;
• Régua e tesoura.
• Caderno do professor e do aluno – volume 2.
Desenvolvimento:
• Fazer a leitura do texto: “Soroban, o ábaco japonês” proposto no caderno do professor e do aluno2.
• Construindo um soroban;
Vamos construir um soroban com sete hastes, indo do milhar até o milésimo. Para isso, usaremos os seguintes materiais:
• Uma caixa de papelão de aproximadamente 30 cm de comprimento e 20 cm de largura, para servir de estrutura do soroban. Pode ser uma caixa de sapatos;
• De seis a oito canudinhos de plástico, para fazer os ichidamas e os godamas;
• Oito palitos de madeira para churrasco, para fazer sete hastes verticais e um hari.
Etapas:
• Meça o comprimento da parte frontal da caixa e calcule a distância necessária para fixar sete hastes igualmente espaçadas entre si ( do comprimento). Em seguida, faça sete furos na parte frontal e posterior da caixa, cerca de 2 cm abaixo da borda superior;
• Meça o comprimento da parte lateral da caixa e calcule a distância em que será fixado o hari ( do comprimento). Faça um furo de cada lado da caixa, 2,5 cm abaixo da borda superior;
• Corte os canudos em 35 pedaços de igual tamanho (aproximadamente 2 cm), para fazer 28 ichidamas e 7 godamas;
• Insira as sete hastes verticais nos furos feitos na caixa e, também, 4 ichidamas e 1 godama em cada haste;
• Em seguida, coloque o hari pelos furos laterais, tomando o cuidado de separar os ichidamas dos godamas;
• Assinale o sinal assinale o sinal .•. em cima da haste central, que representará as unidades. À esquerda desse sinal ficarão as hates das dezenas, centenas e milhar. Á direita, ficarão as hastes dos décimos, centésimos e milhar. O soroban construído deve ficar parecido com o da figura apresentada na apostila.
Avaliação:
• Ao longo da aplicação das atividades;
• Se estão conseguindo representar adequadamente os números decimais no soroban.
• Será avaliada também a participação dos alunos durante a explanação do assunto proposto, nos exercícios resolvidos em sala de aula e extraclasse; nos trabalhos confeccionados e apresentados em sala de aula.
Recuperação:
• Será de forma continua e paralela.
Referências:
• Caderno do professor e do aluno 5ºSérie /6ºAno – volume 2 – situação de aprendizagem 1.
segunda-feira, 10 de junho de 2013
Minha experiencia com a leitura
Lembro-me que tive uma infância e adolescência em contato com muitos livros. Nessa época morava em Presidente Prudente e meus pais possuíam uma banca de revistas. Os primeiros gibis que chegavam, todas as semanas, já estavam destinados a nós( eu e uma irmã). Chegamos a receber de presente de Natal uma encadernação dos clássicos do Walt Disney . Nossa era demais. Sempre que meu pai trazia um livro novo de histórias infantil ele marcava as paginas que queria que nós lesemos para contar a ele o que foi lido. Foi assim que tomei gosto pela leitura. E foi assim que transmiti a meus filhos.
Lembro-me que tive uma infância e adolescência em contato com muitos livros. Nessa época morava em Presidente Prudente e meus pais possuíam uma banca de revistas. Os primeiros gibis que chegavam, todas as semanas, já estavam destinados a nós( eu e uma irmã). Chegamos a receber de presente de Natal uma encadernação dos clássicos do Walt Disney . Nossa era demais. Sempre que meu pai trazia um livro novo de histórias infantil ele marcava as paginas que queria que nós lesemos para contar a ele o que foi lido. Foi assim que tomei gosto pela leitura. E foi assim que transmiti a meus filhos.
domingo, 9 de junho de 2013
A quebra de barreiras nas aulas de Matemática
Como estou começando agora a
dar aulas, tenho pouca experiência, mas já notei que a grande maioria de nossos
alunos tem “muita dificuldade em traduzir o que está escrito em português, que
é nossa língua materna, para a linguagem matemática, ou muitas vezes não
entende o que o problema esta pedindo por não ter lido sequer o enunciado do
mesmo. Estou trabalhando como professor auxiliar de matemática desde o ano
passado e percebo que a primeira coisa que devo fazer é com que o aluno quebre
esta barreira de que ele não gosta de matemática. Então sempre nas primeiras
aulas, trabalho de uma forma mais lúdica, utilizando jogos, do tipo dominó, ou
mesmo a “Fazenda Rivede” onde eles utilizam as operações de soma, subtração,
divisão e multiplicação. Deixo sempre disponíveis folhas com tabuadas bem
próximas ou até na lousa, para que o aluno não desanime. Assim eles vão
percebendo que a matemática não é impossível da maneira que pensavam, e o
trabalho começa a fluir melhor. Utilizo também livros paradidáticos, pois
geralmente as histórias são empolgantes e fazem com que o aluno prenda a sua
atenção na história e abre muitos espaços para você trabalhar certos conteúdos.
Peço geralmente para que eles leiam trechos da história e comentem o que
compreenderam.
sexta-feira, 7 de junho de 2013
Rubem Alves
Educador, escritor e teólogo
A literatura é um processo de
transformações alquímicas. O escritor transforma - ou, se preferirem uma
palavra em desuso, usada pelos teólogos antigos, “o escritor transubstancia” –
sua carne e seu sangue em palavras e diz a seus leitores: “Leiam! Comam! Bebam!
Isso é a minha carne. Isso é o meu sangue!”. A experiência literária é um
ritual antropofágico. Antropofagia não é gastronomia. É magia. Come-se o corpo
de um morto para se apropriar de suas virtudes. Não é esse o objetivo da
Eucaristia, ritual antropofágico supremo? Come-se e bebe-se a carne e o sangue
de Cristo para se ficar semelhante a ele. Eu mesmo sou o que sou pelos
escritores que devorei... E se escrevo é na esperança de ser devorado pelos
meus leitores.
quarta-feira, 5 de junho de 2013
Ler é preciso
No inicio da minha aprendizagem me recordo que morava na zona rural e quando iniciei minha aprendizagem não tive muito contato com os livros, pois minha escola não tinha nem biblioteca, tudo que pude aprender nesse percurso foi o que a professor me ensinava através de cada letra para que eu pudesse quando tiver contato com o livro fazer a leitura.
Então quando comecei a estudar na zona urbana, veio o ler para estudar, por simples prazer, por felicidade, para aprender uma receita, por curiosidade, por simplesmente ler. O escrever veio através da necessidade de se comunicar com meus avôs, pois meus pais uma vez que ambos eram analfabetos e não tinha celular. Depois se tornou um hábito.
No inicio da minha aprendizagem me recordo que morava na zona rural e quando iniciei minha aprendizagem não tive muito contato com os livros, pois minha escola não tinha nem biblioteca, tudo que pude aprender nesse percurso foi o que a professor me ensinava através de cada letra para que eu pudesse quando tiver contato com o livro fazer a leitura.
Então quando comecei a estudar na zona urbana, veio o ler para estudar, por simples prazer, por felicidade, para aprender uma receita, por curiosidade, por simplesmente ler. O escrever veio através da necessidade de se comunicar com meus avôs, pois meus pais uma vez que ambos eram analfabetos e não tinha celular. Depois se tornou um hábito.
Foi no decorrer dos anos ao adquirir mais experiências que percebi que a pratica da leitura não corresponde a uma simples decodificação de símbolos e sim ter a capacidade de entender, compreender e interpretar aquilo que eu estava lendo. Percebi que meus olhos faziam a leitura de interação, me aguçava em buscar os sentidos das palavras, o que fazia da leitura algo satisfatório e prazeroso.
A partir dai pude refletir o meu relacionamento com cada texto pôde adquirir um conhecimento prévio e critico sobre o que eu lia nesse momento era despertado a emoção, expectativas, posicionamentos entre outros sentidos e sentimentos.
A partir dai pude refletir o meu relacionamento com cada texto pôde adquirir um conhecimento prévio e critico sobre o que eu lia nesse momento era despertado a emoção, expectativas, posicionamentos entre outros sentidos e sentimentos.
Relato sobre experiência em leitura e escrita
Olá Pessoal!!!
Como sempre trabalhei com EJA, em seguida me afastei das aulas por três anos. Retornando agora, vi que a Escola foi revolucionada quanto à modernização do ensino. Eu, diferentemente da maioria dos cursistas apresentados aqui, não tinha o hábito de leitura e escrita de variados textos (interdisciplinar) em minhas aulas; pois, não tive a motivação que os demais tiveram quando estudaram. Filha de pais analfabetos, onde só poderia contar com a escola; no entanto, mais uma vez, não tive a sorte de encontrar professores quando estudante, conforme citados aqui. Na época, encontrei professores bem tradicionalistas e rigorosos, tanto quanto meus pais. Acho que cheguei até aqui não por motivação, mas, muita cobrança.
Voltando a minha prática em sala de aula, realmente achava, até que fazia um trabalho interdisciplinar, através de projetos, onde cada professor trabalhava o mesmo tema, mas dentro da sua disciplina. Hoje, através dos relatos dos cursistas que já inseriram esta nova metodologia no seu trabalho, vejo que foi um equívoco; pois nunca trabalhei com livros de literatura ou textos que não estivessem totalmente ligados a matemática.
Mas, claro, utilizava diversos textos contendo informações que poderiam ser exploradas, tanto pelo conteúdo matemático, quanto pelas possibilidades de desenvolver a capacidade de interpretação dos alunos, procurei trabalhar de forma que os alunos percebessem a relação intrínseca da linguagem matemática com a linguagem dos textos matemáticos (AM – Ciclo I e EM – Ciclo II). Hoje, vejo que além de oferecer aos alunos atividades que valorizavam a prática da leitura, também seria possível criar um espaço para que eles produzissem textos. No início, muitos resistiram à idéia da leitura nas aulas onde supostamente deveriam exercitar a capacidade para realizar cálculos, mas acabaram compreendendo os propósitos dessa atividade.
Porém, hoje, diante da modernidade da matemática, acredito que isso é fundamental para que possamos oferecer aos alunos, novas possibilidades para a construção do conhecimento matemático. Por ser a matemática uma das ciências cujas análises são cada vez mais empregadas para tomada de decisões que influenciam diretamente a vida humana e por ser a escola o meio mais utilizado para difusão desse conhecimento, torná-lo acessível aos alunos que freqüentam as escolas deve ser, uma preocupação constante de todo verdadeiro educador comprometido em proporcionar uma educação de qualidade.
Abraço a todos e fiquem com DEUS!!!
Como sempre trabalhei com EJA, em seguida me afastei das aulas por três anos. Retornando agora, vi que a Escola foi revolucionada quanto à modernização do ensino. Eu, diferentemente da maioria dos cursistas apresentados aqui, não tinha o hábito de leitura e escrita de variados textos (interdisciplinar) em minhas aulas; pois, não tive a motivação que os demais tiveram quando estudaram. Filha de pais analfabetos, onde só poderia contar com a escola; no entanto, mais uma vez, não tive a sorte de encontrar professores quando estudante, conforme citados aqui. Na época, encontrei professores bem tradicionalistas e rigorosos, tanto quanto meus pais. Acho que cheguei até aqui não por motivação, mas, muita cobrança.
Voltando a minha prática em sala de aula, realmente achava, até que fazia um trabalho interdisciplinar, através de projetos, onde cada professor trabalhava o mesmo tema, mas dentro da sua disciplina. Hoje, através dos relatos dos cursistas que já inseriram esta nova metodologia no seu trabalho, vejo que foi um equívoco; pois nunca trabalhei com livros de literatura ou textos que não estivessem totalmente ligados a matemática.
Mas, claro, utilizava diversos textos contendo informações que poderiam ser exploradas, tanto pelo conteúdo matemático, quanto pelas possibilidades de desenvolver a capacidade de interpretação dos alunos, procurei trabalhar de forma que os alunos percebessem a relação intrínseca da linguagem matemática com a linguagem dos textos matemáticos (AM – Ciclo I e EM – Ciclo II). Hoje, vejo que além de oferecer aos alunos atividades que valorizavam a prática da leitura, também seria possível criar um espaço para que eles produzissem textos. No início, muitos resistiram à idéia da leitura nas aulas onde supostamente deveriam exercitar a capacidade para realizar cálculos, mas acabaram compreendendo os propósitos dessa atividade.
Porém, hoje, diante da modernidade da matemática, acredito que isso é fundamental para que possamos oferecer aos alunos, novas possibilidades para a construção do conhecimento matemático. Por ser a matemática uma das ciências cujas análises são cada vez mais empregadas para tomada de decisões que influenciam diretamente a vida humana e por ser a escola o meio mais utilizado para difusão desse conhecimento, torná-lo acessível aos alunos que freqüentam as escolas deve ser, uma preocupação constante de todo verdadeiro educador comprometido em proporcionar uma educação de qualidade.
Abraço a todos e fiquem com DEUS!!!
segunda-feira, 3 de junho de 2013
Leitura e Escrita nas aulas de Matemática.
É de extrema importância a leitura e a interpretação de textos em matemática, pois sem esses dois não conseguimos muitas coisas, é a através deles que nossos alunos conseguem ler e entender o que se pede nos enunciados das atividades, não somente isso, mas na leitura de textos com uma abordagem mais explicativa também.
Vejo que muitos alunos têm essa resistência nas aulas de matemática, principalmente quando iniciamos esse trabalho de leitura, mas tudo é questão de costume, à partir do momento que o professor inicia o trabalho e o coloca em prática, ele mesmo, a participação e o envolvimento dos alunos é gradativa.
Eu mesma, há alguns anos atrás tive uma experiência bem difícil, mas nada que o tempo e os frutos não se resolvessem por si só.
Em 2007 fui removida para uma escola e lá tive minha primeira turma de 5ª Série, hoje 6º Ano e montei um projeto de leitura e escrita nas aulas de matemática, como nesta série/ano trabalhamos com o conceito e construção de frações, decidi fazer um trabalho bem diferente, utilizando tangram e o livro: "O Pequeno Príncipe" de Antonie de Saint Exupéry.
O projeto era: Construir com os alunos o tangram através de dobradura e recorte e depois utilizá-lo para montar as figuras geométricas como triângulos, quadrados, paralelogramos, etc., utilizando as próprias peças do tangram e assim montar as frações, e juntamente com esse trabalho em uma aula por semana, fazíamos a leitura do livro, e em casa os alunos o reescreviam e assim como o autor faz as ilustrações do livro, os alunos também deveriam fazer as ilustrações, mas não através de desenhos e sim com o tangram.
Muito bem, projeto pronto apresentado à Professora Coordenadora Pedagógica e aprovado, iniciamos o trabalho, na semana seguinte alguns pais aparecem na escola e questionaram à diretora o fato de uma professora de matemática estar fazendo leituras nas aulas, sendo que deveria ensinar a somar, subtrair, e principalmente, multiplicar e dividir e não ficar "enrolando" as aulas.
Muito bem, projeto pronto apresentado à Professora Coordenadora Pedagógica e aprovado, iniciamos o trabalho, na semana seguinte alguns pais aparecem na escola e questionaram à diretora o fato de uma professora de matemática estar fazendo leituras nas aulas, sendo que deveria ensinar a somar, subtrair, e principalmente, multiplicar e dividir e não ficar "enrolando" as aulas.
Expliquei tudo à eles, o motivo do projeto e eles aceitaram , mas supervisionavam de perto e no final do ano, com o trabalho terminado o livro reescrito pelos alunos e ilustrado por eles mesmo com o tangram, marcamos a apresentação, todos os pais estavam lá e queriam ver e prestigiar o trabalho dos filhos e dos colegas dos filhos.
Muitos me elogiaram, pediram desculpas, e disseram que o interesse pela leitura e a facilidade de ler o enunciado de um problema ou questão estava bem maior.
Sei que muitas críticas vem, mas não devemos nos deixar abalar, os alunos criticam e até nos perguntam: é professor de matemática ou língua portuguesa?
Devemos deixar claro que competência leitora e escritora pertence à todas as áreas, e que na matemática utilizamos tanto quanto nas outras disciplinas.
Eu particularmente, gosto muito de ler e escrever.
Na leitura viajamos sem sair do lugar, nos emocionamos, ficamos tristes, alegres, furiosos, com medo..., realmente o mundo de quem lê tem mais cor, sabor, emoção, aventura...
Mais importante ou tão importante quão, é escrever, colocar no papel em ordem cronológica o seu pensar, o seu falar, o seu agir, sentir...
Vejo que isso é importante também na resolução de exercícios, se você tem tudo organizado, resolve com maior facilidade ou não, depende de cada um.
Vejo que isso é importante também na resolução de exercícios, se você tem tudo organizado, resolve com maior facilidade ou não, depende de cada um.
Desde que me entendo por gente sempre escrevi, quando criança (estudava na 3ª Série, hoje 4º Ano) eu já escrevia pequenos livros, com histórias, criadas por mim e isso era o máximo, escrevia, desenhava, montava a capa, montava o livro, até um certo dia quando um desses livros caiu da minha mochila e um colega leu, e passou a rir de minha história, ficou falando por horas até que em um determinado momento nosso professor, parou a aula e pediu para que todos da sala, menos eu, escrevesse uma história e montasse um livro e me pediu para ir à biblioteca pegar com a bibliotecária o registro da quantidade de livros que os alunos de nossa sala emprestavam da biblioteca.
E para minha surpresa e surpresa de todos eu era a aluna que mais lia, que mais emprestava livros de todos os gêneros, todos ficaram sem graça, e passaram a ler mais também. Depois dos livrinhos montados, trocamos uns com os outros e todos lemos os livros dos colegas e passamos a comentar.
Eu claro, não parei por ai, passei a escrever poesias, de todos os tipos, escrevo poesias matemáticas, nunca as mostrei à ninguém, sempre que trabalho um conteúdo novo em sala faço um poesia com o tema em questão e leio para os alunos no final, eles gostam bastante, acham interessante, alguns até escrevem também e depois me entregam.
Através da escrita nos apresentamos, nos desculpamos, convidamos, puxamos a orelha, elogiamos...
Os registros são importantes, pois deixamos escrito aquilo que pensamos, que fazemos, agimos e sentimos, nunca gostei de escrever diários, mas sempre gostei de escrever livros e poesias, não é atoa que queria ser jornalista.
Bom, estas são algumas das minhas experiências com a leitura e a escrita.
Tatiane Castanheira.
Segue abaixo o nosso perfil, cada um dos professores que fazem parte deste grupo, somos cada um de uma escola, mas todos lecionamos Matemática, está disciplina amada por muitos...
SONIA SPOLADOR Presidente Prudente-SP |
SURAYA SAKAMITI Regente Feijó-SP
Sou Prof. de matemática, trabalho na rede a 15 anos, moro em Regente Feijó e trabalho na escola estadual Maria Ernestina em Indiana. Gosto muito de me atualizar. E pretendo aproveitar bastante os novos conhecimentos.
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TATIANE CASTANHEIRA Pirapózinho-SP
Meu nome é Tatiane, sou formada em Matemática pela UNESP - Presidente Prudente - SP e tenho pós-graduação em Matemática pela UNICAMP.
Professora titular de cargo na EE Maria José Barbosa Castro Toledo, na cidade de Pirapózinho - SP, Diretoria de Ensino de Presidente Prudente.
Me efetivei em Diadema, no ano de 2005, na EE Antonieta Borges Alves, e há 3 anos estou na Diretoria de Ensino de Presidente Prudente.
Sou uma pessoa muito calma, até me tirarem do sério profundamente, amo ler, ouvir música, passear e estudar.
Meu bem maior é minha família, sem eles não sou nada!
"Maior é o que está em nós, do que aquilo que está no mundo."
"O sucesso nasce do querer, da determinação e persistência em se chegar a um objetivo. Mesmo não atingindo o alvo, quem busca e vence obstáculos, no mínimo fará coisas admiráveis".
(José de Alencar).
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VALTER PRADELA Presidente Prudente-SP
Sou agrônomo, engenheiro de segurança e estou cursando o segundo ano de matemática na Unesp em Presidente Prudente. Comecei a dar aulas pelo Centro Paula Souza a dois anos e a um ano estou na rede pública como professor auxiliar. Sou corintiano, pescador e adoro uma praia.
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VERA GOMES Pirapózinho-SP
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